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Flora
do Mato Grosso do Sul
Na
região do Pantanal existem vegetações de três regiões distintas:
amazônica, cerrado e chaco (paraguaio e argentino), sendo raras
as espécies exclusivas da região. Durante a seca, que coincide
com o inverso, os campos se tornam amarelados e a temperatura
pode chegar a 0ºC, influenciada pelos ventos que chegam do Sul
do continente. A vegetação do Pantanal é homogênea e há um padrão
diferente de flora em função da inundação do solo. Nas partes
mais baixas, predominam as gramíneas, que são áreas de pastagens
naturais para o gado. A vegetação de cerrado, com árvores de porte
médio entremeados de arbustos e plantas rasteiras, aparece nas
alturas intermediárias. A poucos metros das árias inundadas, ficam
os capões de mato, com árvores maiores como o angico, ipê e aroeira.
Nas altitudes maiores, o clima árido e seco torna a paisagem parecida
com a caatinga, apresentando espécies típicas como o mandacaru,
plantas aquáticas, piúvas, palmeiras, orquídeas, figueiras e aroeiras.
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Conforme
a Embrapa Pantanal, as principais paisagens são.
Baías
- São lagoas, temporárias ou permanentes, que e tamanho variado, podendo
apresentar muitas espécies de plantas aquáticas emergentes, submersas,
ou flutuantes. Entre elas são comuns os camalotes e o baceiro ou batume.
Cordilheira - São pequenas faixas de terreno não inundável,
pois estão acima do relevo adjacente. A área dispões de vegetação
de cerrado, cerradão ou mata.
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Cambarazal
- É mata inundável de cambará, árvore amazônica.
Campos
- É a vegetação mais importante do Pantanal, pois são áreas inundáveis,
com predominância de gramíneas.
Capão
- A partir da vegetação de cerrado, cerradão ou mata, formam ilhas
nos campos.
Carandazal
- Campos inundáveis e capões com predomínio do carandá.
Corixo
- É um curso de água, geralmente com mata ciliar.
Paratudal
- É o campo com árvores de paratudo, que é um dos ipês-amarelos. |
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